quinta-feira, 18 de setembro de 2014

CARROTERAPIA SOBRE A MULHER

O carro com fundo musical maravilhoso (Roupa Nova, Zizi e Tiziano Ferro)... Todos a postos. Boa noite pra lá e pra cá, saudações mis... “Acho Leninha tão bonita”! Disse para o amigo professor (marido da moça em questão). Ele, com olhos iluminados respondeu: “Ela é bonita por dentro também”... 
Claro que sim! A beleza tem dessas coisas; ela denuncia a beleza interior. Pode reparar, há pessoas com o padrão de beleza que a “sociedade” sugere, mas que de longe se pode perceber a “não boniteza” interior... Sobre isso, preste atenção num personagem com caráter péssimo. Para mim, mesmo o Gianechini se torna horrível! Pode ser até o Richard Gere... (rsrs) 
E é interessante como essas pessoas se tornam “feias”... Mas não julguemos... 
Quando voltávamos das aulas, um dos amigos disse que a mulher faz falta em casa. A mulher no sentido geral. Em sua opinião, ela é quem sempre foi a responsável pela “organização na sociedade”. Uma discussão foi gerada e, sua hipótese venceu. 
Sim, a mulher faz falta em casa... Pena que foi necessário que saísse para o Mercado de Trabalho. Uma voz ressoou: “não foi perda, mas foi perda”... Foi ganho pessoal para a mulher, mas houve perda na família sim. E aí entra a bonita declaração de amor do meu amigo (já posso chamá-lo assim) sobre sua esposa: “É tão bom tê-la em casa esperando por mim”. 
Para quem não ouviu o tom da voz do professor, a fala, sinceramente amorosa, como discorreu sobre a presença de sua mulher em sua vida, pode soar machista. Mas não foi o caso. Não é. Márcio se estendeu a dizer sobre a importância do gênero na vida de um lar, de uma cidade de um país. Do mundo inteiro. Lembrou sobre a maternidade e sua ENORME função doadora de tudo. Finalizou dizendo que é extremamente feliz por ter “decidido amá-la”. “O amor é uma decisão”, discorreu. Depois do “encantamento” do encontro ou reencontro, há o dia a dia; nesse itinerário é que se vai decidindo amar, apesar de. Todos nós temos nossos “defeitos” e, por isso é que decidir ficar e ficar e envelhecer com aquele (a) por quem nos enamoramos, é uma questão de disposição. 
Concordâncias e discordâncias não eram importantes em nosso bate papo tão agradável. Ouvir um homem falar bem das mulheres e falar amorosamente sobre sua mulher e todas as outras mulheres é inspirador. 
Um papo sem pretensões acadêmicas e um punhado de gente franca e gentil tem me acompanhado durante esses meses. Graças a Deus! 
E o que para mim importou sobremaneira no papo em questão, foi perceber a generosidade do olhar de um homem para com “sua mulher” e para com as mulheres em geral. 

SOLINEIDE MARIA DE OLIVEIRA 26-08-2014

Nenhum comentário:

Postar um comentário