domingo, 17 de julho de 2011

A CARTA

Era uma vez uma carta. Ela foi escrita e foi guardada.
Com o tempo amarelou. As palavras, que eram vivas, já nem lembravam seu teor.
O remetente morreu de esperança. E o destinatário, suicidou...
A carta, ficou para sempre esquecida e o tempo (que tudo sabe e tudo vê), deu conta de enterrá-la no cemitério das cartas (em vão escritas) de amor.


Assinado,
Solineide Maria de Oliveira

Nenhum comentário:

Postar um comentário

1º de Janeiro de 2018 e meu contrato particular com as palavras

Carta-Contrato para todas as palavras CONTRATANTE: Solineide, com sede na Rua dos Aprendizes da Terra, me ponho à disposição das pal...