segunda-feira, 19 de julho de 2010

PARA TODOS OS AMORES-QUASE VIVIDOS

Ainda que amahã não seja tarde
a tarde que me vem, que seja dia.
Ainda que amanhã as seis da tarde
Você nem lembre mais dos nossos dias...

Ainda que me esqueça
lá no fundo, vai sempre existir
a agonia
de termos visto alguns luares nus
exercerem em nossos olhos simbologias.

Esqueçerás tudo o mais,
quem sabe amanhã,
quem sabe um dia.
No entanto, não poderás jamais,
apagar de tuas linhas,
resquícios de minha poesia.

Um comentário:

  1. Soli, esse é lindo. Você criou uma atmosfera amorosa e dolorosa para amores perdidos ou as vezes nem sempre compreendidos.
    Beijos.
    Rafa.

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