sexta-feira, 23 de abril de 2010

Sobre seu medo do meu amor e uma promessa sem data

Um dia, assim do nada
Deixarei de te amar.
Assim, simples.
Passou.

Um dia, de repente
Deixarei de te amar.
E nunca mais,
nunca mais...

Um dia, para sempre,
Deixarei de te amar.
Como fazem os amantes
que não voltam.

Como fazem os amantes
que não conseguem amar.
Um dia, assim do nada,
Sumirei na paragem.

Não sei se pela manhã
ou pela tarde.
Não sei se triste ou
decadente.

Não sei se de roupa
ou nua,
vazia ou plena de ter
te amado.

Mas por enquanto não garanto
nada.
Por enquanto,
ainda te amo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário