segunda-feira, 26 de abril de 2010

Chá de alecrim, saudade de Lígia e mais um desencontro experimentado pela Bete

Certa pressa em sair. Constrangida... Talvez ligue procê. Talvez suma de vez... Pensei comigo: Que encontro mais desencontrado.
Nada de novo, em casa. E a solidão à tarde, veio em forma de chá de alecrim. Um pacote que o Correio trouxe, junto, uma correpondência que dizia assim: "em breve estaremos juntas minha amiga, tomaremos chá e choraremos nossos homens faltantes". Minha amiga Lígia, que saudade!
Um dia, juntas, num recital de piano, ela me confessou baixinho que já havia feito amor ao som da nona de Bach. Não contive as lágrimas. Lígia sempre muito romântica, coitada. E eu, sempre tão descolada (ledo engano). Você é uma tola Bete!
Hoje queria Lígia aqui. Pois não consigo me desvincilhar de uma história que apenas me enfraquece. E o pior de tudo, é que sei, intimamente, que devo dizer não a mi mesma. Mas como? De que forma, se minha pele também sente solidão?
Amanhã vou ao dentista; quem sabe reflita melhor, afinal, é na dor que surgem as respostas. Mas você já tem as respostas Bete, esqueceu? Você só precisa usá-las consigo mesma.
Ai Lígia, Lígia...

2 comentários:

  1. Soli, sou fã da Bete, fico pensando como seria divertido e mesmo reflexivo ler um livro de algumas muitas páginas com as histórias da Bete. Acho que ela existe em algumas mulheres, rsrsrrs.
    Beijos!!!

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  2. Estou terminando a Bete. Dedicarei a vc. Preciso deixá-la viver por aí. rs
    Gosto da Bete também. Ela me entende bastante sabe. rs
    Um abraço saudoso minha Amiga!

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