quarta-feira, 31 de março de 2010

PARA UM AMOR DO FUTURO. PARA UM AMOR DO PASSADO.

Queria acreditar
Como! eu juro.
Deixar ao leu esse tolo desencanto
E rir com a lua um riso de alegria.

Muitas vezes desistiu, este sentimento,
Insistiu, todavia porque ao redor
A luz da poesia não incide
De indivíduos banais.

Sei da sina infame, porém,
Deste sentimento.
Seguir amando à toa,
Seguir sozinho na proa...

No seio de algumas laudas
Deposito minha esperanças
De encontrar tua presença
Inda que longe sempre estejas.

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