quarta-feira, 31 de março de 2010

PARA ORFEU

Olha Orfeu no que me transformei. Apenas sombra, apenas violência, apenas eu nem sei...
Não me procures mais, já não existo. O vento me arrastou para onde não sei.
Caminho agora perto dumas ruínas de eu mesmo.
É tudo escuro, verde, marrom e fedorento.
Talvez a Morte venha cedo me arrastar.
Talvez eu viva até me encontrar.
mas eu não tenho certezas Orfeu...
Não tenho nem mesmo incertezas.

Um comentário:

  1. Soli, me conta do momento que escreveu Orfeu, muito trágico...
    Rafa.

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TEMER APROVA O TRABALHO ESCRAVO

De onde saiu essa criatura que atende na função de Presidente de um país com gente que trabalha para pagar feijão, arroz, carne seca, água?...