Poesias,
crônicas,
prosas poéticas,
Reflexões... tudo o que caiba nas palavras, imagens e fora delas.
ONDE TEM UM ZERO OITOCENTOS PARA SORTE?
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Onde tem um 0800 para a sorte?
E para o entendimento?
E para a alegria? Tem 0800 para a compaixão? E para ajudar o cidadão-professor? Tem 0800 para tudo! Tem 0800 para a VERDADE? tutututututututututututu...
Olha Marília, as flautas dos pastores, Que bem que soam, como são cadentes! Olha o Tejo a sorrir-se! Olha: não sentes Os Zéfiros brincar por entre as flores? Vê como ali, beijando-se, os Amores Incitam nossos ósculos ardentes! Ei-las de planta em planta as inocentes As vagas borboletas de mil cores! Naquele arbusto o rouxinol suspira; Ora nas folhas a abelhinha pára. Ora nos ares sussurrando, gira. Que alegre campo! Que manhã tão clara! Mas ah! Tudo o que vês, se eu não te vira, Mais tristeza que a morte me causara. Este é um dos poemas líricos mais conhecidos do poeta português Manuel Maria Barbosa Du Bocage. A natureza serve de cenário para o acontecimento sentimental: “Olha o Tejo a sorrir-se! Olha: não sentes”. O amor neste poema está alegre, o eu-lírico está satisfeito em amar Marília e deseja aproveitar a manhã com ela: “Vê como ali, beijando-se, os Amores/Incitam nossos ósculos ardentes!”. É um convite, mas também uma ilustração: “Ei-las de planta em planta as inocentes/As vagas...
Estou vazia... feito um vaso de perfume que fica na mesinha, de cabeceira. olhando para o passado... Belos banhos de aroma dava em sua dona... Agora, espera quieto, a hora de ir pra lixeira. Solineide Maria de Oliveira
Sentei com minha xícara de café em punho, como se portasse um prêmio. Mas é um prêmio; quantos podem fazer isso? De repente não estava mais com a vibração anterior, no momento que vi a fumaça chamejar em meu nariz. Pedi para minha amiga tocar uma música do Caetano, mas ela não me obedeceu e pôs a tocar a música As Bem Aventuranças de Tim e Vanessa. Pensei em repetir o pedido, mas percebi que não foi à toa a música que se pôs a tocar falava do Mestre. Fiquei a ouvir a canção e não contive minha emoção. Deus cuida muito de mim (pensei em voz alta): ELE viu que estava precisando de filosofia espiritual, ELE percebeu que estava mesmo era precisando de palavras que não passam. Essas palavras, apenas Mestres como o Nazareno tem para oferecer. A música transcorreu e banhou minha alma com o refrigério da serenidade que precisava. Que tipo de Sal sou eu? Que tipo de Luz é a minha? Sou Bem Aventurado? Sou aventureiro? Depois veio a outra canção, tão necessária quanto a anteri...
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