Poesias,
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Reflexões... tudo o que caiba nas palavras, imagens e fora delas.
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Estou de costas e converso com o amigo Luiz Leite e a amiga Clícia. Professor da UESC, Mestre em História, Marcelo Lins (meu amigo da época do secundário)de mão no queixo. Saboreando um salgadinho? rsrs
Olha Marília, as flautas dos pastores, Que bem que soam, como são cadentes! Olha o Tejo a sorrir-se! Olha: não sentes Os Zéfiros brincar por entre as flores? Vê como ali, beijando-se, os Amores Incitam nossos ósculos ardentes! Ei-las de planta em planta as inocentes As vagas borboletas de mil cores! Naquele arbusto o rouxinol suspira; Ora nas folhas a abelhinha pára. Ora nos ares sussurrando, gira. Que alegre campo! Que manhã tão clara! Mas ah! Tudo o que vês, se eu não te vira, Mais tristeza que a morte me causara. Este é um dos poemas líricos mais conhecidos do poeta português Manuel Maria Barbosa Du Bocage. A natureza serve de cenário para o acontecimento sentimental: “Olha o Tejo a sorrir-se! Olha: não sentes”. O amor neste poema está alegre, o eu-lírico está satisfeito em amar Marília e deseja aproveitar a manhã com ela: “Vê como ali, beijando-se, os Amores/Incitam nossos ósculos ardentes!”. É um convite, mas também uma ilustração: “Ei-las de planta em planta as inocentes/As vagas...
Sentei com minha xícara de café em punho, como se portasse um prêmio. Mas é um prêmio; quantos podem fazer isso? De repente não estava mais com a vibração anterior, no momento que vi a fumaça chamejar em meu nariz. Pedi para minha amiga tocar uma música do Caetano, mas ela não me obedeceu e pôs a tocar a música As Bem Aventuranças de Tim e Vanessa. Pensei em repetir o pedido, mas percebi que não foi à toa a música que se pôs a tocar falava do Mestre. Fiquei a ouvir a canção e não contive minha emoção. Deus cuida muito de mim (pensei em voz alta): ELE viu que estava precisando de filosofia espiritual, ELE percebeu que estava mesmo era precisando de palavras que não passam. Essas palavras, apenas Mestres como o Nazareno tem para oferecer. A música transcorreu e banhou minha alma com o refrigério da serenidade que precisava. Que tipo de Sal sou eu? Que tipo de Luz é a minha? Sou Bem Aventurado? Sou aventureiro? Depois veio a outra canção, tão necessária quanto a anteri...
Estou vazia... feito um vaso de perfume que fica na mesinha, de cabeceira. olhando para o passado... Belos banhos de aroma dava em sua dona... Agora, espera quieto, a hora de ir pra lixeira. Solineide Maria de Oliveira
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