Senhor, quero ser seu travesseiro, sua toalha de mão, sua sandália, seu cantil de água, sua caneca de barro. Quero ser o que possa servir para uso ou desuso. Você é quem sabe Senhor, para que sirvo... E quero ser um pano de chão para secar a sola de suas sandálias. Deixa que eu seja Senhor o prato para acolher seu alimento Divino. Deixa que sirva para além daquilo que me alisto. E se não tiver nenhuma serventia Pai, deixa que eu seja o último a ser dispensado para ver se dará tempo de o Senhor ver se me utiliza em algo... SOLINEIDE MARIA DE OLIVEIRA (Em homenagem àquela história de Oscho, onde o peregrino apenas dizia, em prece: "Deus me deixa catar seus piolhos"...) Brasil, Copa do Mundo, 20-06-2014 Curtir